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Jogo da “Pegada dos Valores”

Aprender brincando: “Juntos, em união, fazendo a transformação”

Aprender na companhia dos amigos é sempre mais divertido.
Em setembro, o tema do mês proporcionou a todos reforçarem a compreensão da diferença que faz o convívio amoroso no resultado de todas nossas ações, para promover transformações saudáveis. E, neste momento especial, as crianças e adolescentes do Corassol compartilharam novas reflexões sobre os combinados (regras de convivência) que construíram juntos, a partir das suas experiências diárias.

Antes da reflexão, para a sensibilização inicial, assistiram a dois vídeos: “Farol da Responsabilidade” e “Vida de Inseto”, e, após, a vivência do conteúdo explorando a criatividade de forma lúdica; construir o jogo da “Pegada dos Valores”, com perguntas em um tabuleiro diferente e gigante. Iniciaram fazendo os desenhos dos pares dos pés, transferiram-nos para o papelão e pintaram com bastante capricho. Na etapa seguinte dedicaram-se ao estudo dos combinados, para elaborar as questões que alimentariam o jogo, destacando o cuidado com os espaços, respeito, bons valores e amor, traduzidos na frase “O mundo precisa de mais valores e amor, para melhorar”.

 

E, ao final, com o trabalho concluído, era hora da diversão: jogar os dados e andar pelo tabuleiro respondendo às perguntas. Adoraram o resultado e conversaram sobre o que cada um necessita melhorar, para que o convívio seja sempre harmonioso. E, claro, os pequenos ganharam a opção de jogarem periodicamente a “Pegada dos Valores” e outros jogos que contribuam para rever os combinados, mantendo a vontade de transformar, com a possibilidade de usar, sempre que precisarem, os “poderes” da “Varinha Mágica”. A atividade recebeu a orientação de Cláudia Helena de Souza.

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Mural da Árvore dos Valores

Quando a união gera frutos: “Juntos, em união, fazendo a transformação”

O mês de setembro foi de muito aprendizado, com reflexões, arte e trabalho em equipe. Todos integrados ao tema do mês: “Juntos, em união, fazendo a transformação”, uma nova atividade estava para começar.

Mas, antes, as crianças e adolescentes ampliaram pesquisa sobre o significado de valor, com o olhar voltado para o próximo. Para enriquecer o conteúdo disparador, assistiram a um vídeo sobre a gentileza na cultura japonesa, destacando que boas ações geram sorrisos e gratidão.

E mãos à obra! Nossos pequenos realizaram a confecção do “Mural da Árvore dos Valores”. Tarefas distribuídas entre quatro grupos, cada um com o apoio de um orientador, assumiu a responsabilidade de construir parte da árvore. Ao grupo apoiado por Cláudia Helena de Souza coube a confecção da frase: “Cultivando valores humanos para o dia a dia de paz”. Desenharam cada letra, recortaram em EVA e montaram as palavras, que carregavam muito significado e carinho.

 

A turma orientada por Névia Roberta usou a criatividade para construir folhas e troncos. Com ajuda de papel pardo pintaram os troncos e galhos em tons de marrom, ganhando, assim, forma e força. As folhas ficaram coloridas e, para colocar mais vida, fizeram um ninho, com direito a passarinho. Uma etapa na qual o amor, respeito e cooperação fizeram parte de cada detalhe.

 

Os mais novos, apoiados por Aline Reis, produziram a grama, pintando-a com tinta guache, e, ainda, brincaram de misturar cores e descobrir novos tons de verde. As nuvens não poderiam faltar e surgiram da mistura do azul com o branco. Momentos inesquecíveis, que acontecem no Corassol.

 

 

E o que parecia ser um mural sem o céu, recebeu a iluminação da turma do orientador Matheus Savazzi, embelezando ainda mais esse maravilhoso trabalho. Criaram os raios de sol, dando luz aos valores. Sentimentos de gratidão e felicidade inspiraram mais uma fase realizada com zelo. Chegou o momento de todos montarem o mural!

Como se fossem peças de quebra-cabeças, com muita animação e entrosamento, usando pano azul de fundo, juntaram cada parte criada, até a conclusão do trabalho. Maravilhados com o resultado, todos ficaram felizes, com o que conseguiram em união. Estava pronto: o grande “Mural da Árvore dos Valores”, que gerou belos e prósperos frutos.

 

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Teatro “Além Mar”

Quando a arte vem do coração: “Juntos, em união, fazendo a transformação”

Um universo completo em cima de um palco, onde histórias são contadas e olhos atentos observam cada detalhe. É como se o tempo parasse e tivéssemos a oportunidade de nos envolvermos em um momento de pura magia, que só nos inspira. Dentro do tema sobre transformação, todos do Corassol ganharam um presente muito especial. No dia 14 de setembro, as crianças e adolescentes assistiram a uma peça de teatro diferente e intimista, com um toque de saudade e respeito.

Todos, ansiosos, caminharam até a praça Dutra I. Organizaram-se como de costume e aguardaram pela novidade. Viram uma pequena caixa ser montada para uma técnica teatral chamada teatro “Lambe-Lambe”, também conhecido como “teatro de miniaturas”, que consiste em uma linguagem cênica independente e de curta duração, onde são encenados espetáculos com bonecos inclusos em um espaço mínimo, onde cabiam, também, memórias e muita emoção.

 

De autoria do orientador Matheus Savazzi, a peça “Além Mar” surgiu para homenagear sua avó, que havia falecido. “Um dia, em oração, pedi a ela (minha avó) para que não se esquecesse de mim e da família, afirmando também que nunca a esqueceria”, diz. “E, para mantê-la viva em minha memória e evitar esquecê-la, eu criei a peça baseando-me em fatos reais”, continuou, o orientador.

 

Senhoras e Senhores: começou “Além Mar”.

Um a um, sentados em frente daquela mágica caixa, durante três minutos, ficaram encantados com a criatividade, a arte e tanto amor colocado naquele projeto. Iniciada a apresentação, a emoção tomou conta dos dois lados: do autor, que interpretava a peça com os bonequinhos, e de quem assistia.

 

E, ao final, os pequenos transbordavam emoções, e a frase de uma amiguinha deu ainda mais certeza da importância daquele momento: “Foi lindo”. E com o teatro foi possível falar mais sobre a cultura familiar e seus costumes, conduzindo o assunto para reflexão sobre o que a família representa para cada um. O espetáculo contribuiu, também, para melhorar o senso crítico e a percepção do mundo, com um novo olhar.

Todos pediram “bis” e, no dia 21 de setembro, os pequenos que ainda não haviam assistido puderam ver e saíram felizes: “A espera compensou”, como destacou outro amiguinho. Sempre com o objetivo de transformar o nosso redor com bons sentimentos e atitudes, no dia 25, assistiram ao vídeo da peça “Além Mar”, que está disponível no YouTube. E, ao final, em roda de conversa, emocionaram-se e se sentiram tocados pela mensagem e as lembranças.

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Varinha Mágica

Arte e criatividade: “Juntos, em união, fazendo a transformação”

Durante o mês de agosto, dentro do tema do semestre: “Convivência alegre e grata, fortalecendo amizade e aprimorando o aprendizado”, aprendemos sobre o território da Instituição e criamos boas memórias. Mas o calendário correu rápido, e chegou setembro, e, com ele, o subtema: “Juntos, em união, fazendo a transformação”, que levou nossos pequenos a navegar pelo universo da fantasia, com muita atividade lúdica, para estimular reflexão sobre valores humanos, incentivar a curiosidade, despertar a criatividade, explorar talentos e praticar habilidades.

Essa ação, aplicada à arte, contribuiu para que nossos pequenos passassem a observar ao seu redor com um olhar diferente, despertando para a importância do “ressignificar“ em suas vidas.

Nos dias 12 e 13 de setembro, as crianças e adolescentes foram estimulados a criar algo que expressasse “transformação”. E não era qualquer objeto, precisava representar o “poder” de transformar para melhor. Antes, em roda de conversa, refletiram sobre responsabilidades nos atos praticados, e pensaram o que eles queriam mudar no mundo e em si mesmos. Inspirados em grandes personagens como Harry Potter, Fada do Dente e Fada da Varinha de Condão, escolheram produzir varinhas mágicas.

 

Empolgados com o novo projeto foram até a praça, para recolher gravetos. A escolha era baseada em sensações, nas quais se sentissem mais corajosos e fortes. E, de repente, naquele lugar surgiram “magos e fadas”. E, em cada gesto, era como se estivessem em um lugar encantado. Mas ainda faltava um toque particular: “o que seria do mundo da magia, sem a imaginação?”. Trabalharam artisticamente: pintaram as varinhas de várias cores, usando glitter, colocaram pedras, que eles achavam que tinham algum significado. Descobriram que, na verdade, cada detalhe expressava perseverança e o desejo de transformar, com a certeza de que sempre estamos em evolução.

 

E, para sempre se lembrarem de que é possível tudo transformar com carinho, eles levaram a “varinha da transformação” para casa. A atividade foi acompanhada, com muito zelo, pelos nossos outros “magos e fadas” orientadores, Matheus Savazzi, Névia Roberta, Aline Reis e Cláudia Helena de Souza. Novos projetos aguardavam para ser realizados. E vamos ver juntos!

 

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Árvore do Corassol

Despertando para a pesquisa

O interesse por descobrir detalhes sobre cada cantinho que conhecem ou frequentam, foi o novo desafio dos adolescentes do Corassol, nos meses de Agosto e início de setembro.

Viajar no tempo e pesquisar sobre o passado permite-nos conhecer melhor o presente.
Foi o que fizeram pesquisando no Google mapas, realizando visitas aos locais e fazendo perguntas.

Conhecer o lugar onde vivemos e as pessoas que passam por nós todos os dias, nos faz perceber e entender ainda mais sobre nós mesmos e a comunidade. É como ver um álbum de fotografia e saber que, naquelas imagens, as experiências e as memórias ganham mais força com o passar do tempo.

Sempre com muita vontade de aprender e se aperfeiçoar nas atividades, os pequenos começaram a pensar em quais locais poderiam realizar ações solidárias e, assim, criaram rotas inteligentes para alcançar esse objetivo.

Após pesquisas na internet sobre o território de cada um e de reconhecer espaços familiares, como suas casas, uma curiosidade surgiu: “Qual será a história do meu lugar?”. Era o momento de ir à busca das respostas. Organizaram-se e saíram rumo aos pontos escolhidos.

 

Realizando a pesquisa

No caminho, uma parada mais que especial.
Os adolescentes visitaram a Casa do Vovô. Muito bem recebidos, eles perguntaram sobre o local e se emocionaram com um gesto: duas senhoras, ao fundo do corredor, fizeram um sinal de coração para eles.

Saíram de lá muito felizes e com vontade de ajudar. Uma sensação que tomou conta de todos.
A caminhada para conhecer o território continuou e mais lugares foram visitados, como escolas, UBS, igreja, clube.
Era possível perceber que os adolescentes cooperavam entre si, torcendo por quem estava à frente de cada ação.

 

Antes de entrar nos locais eles ensaiavam o que iriam dizer: “Bom dia, nós somos do Corassol e estamos pesquisando a história do nosso bairro, o senhor ou senhora tem como nos ajudar?”. Com muita paciência, dedicação, respeito e perseverança conseguiram as informações que procuravam.

Para concluir a fase da pesquisa, os adolescentes foram até a Transerp, sempre com seus coletes sinalizadores, e obtiveram informações, tiraram fotos e averiguaram como proceder para visitar as mini cidades existentes no local.

 

Apresentando o resultado da pesquisa

Pesquisa realizada, estavam animados para compartilhar tudo o que conheceram. Iniciavam, assim, a preparação do material para a apresentação do trabalho, produzindo cartazes de cada lugar visitado, com o objetivo de mostrar a real história.

Construíram um grande mural em forma de árvore, com tudo que conseguiram. As fotos registradas na visitação seriam os frutos; a raiz, uma imagem do grupo; e o nome da árvore: Corassol. Em todos, muito felizes com as conquistas e o aprendizado, despertou o sentimento de transmitir o aprendizado para as crianças mais novas.

 

Treinaram como falariam com os pequenos e realizaram a apresentação.
A cada aplauso, o sentimento de coragem surgia e o nervosismo era substituído pela felicidade de compartilhar a vivência que os fez crescer.

 

A perseverança e a superação que dão frutos

Sempre com superação da timidez e sorriso no rosto, o desafio estava concluído.
Trabalho realizado com dedicação levou ao sucesso e alimentou os corações, fortalecendo a generosidade e a motivação para continuar aprendendo. E novas caminhadas ainda serão realizadas.

A atividade foi acompanhada pelo orientador Matheus Savazzi.

Visita especial

Quando a gratidão e o respeito fazem a diferença

Aprendemos uns com os outros e, a cada experiência, é possível ver transformações e novas descobertas. No Corassol, entre os dias 28 e 31 de agosto, os nossos pequenos pensaram, mais uma vez, sobre lugares em que poderiam realizar ações solidárias, decidindo visitar um lugar muito especial de nosso território, a Casa do Vovô. Com muito entusiasmo começaram a planejar o que poderiam oferecer às pessoas que lá residem, iniciando mais uma etapa de novas experiências.

A vontade de ajudar e demonstrar carinho foi reforçada quando assistiram a um vídeo, que ensinava a pintar vasos. Daí por diante, a imaginação ganhou asas. Através da arte com muitas cores, um “presente” iria nascer. Dentro dos vasinhos semearam uma pequena horta, transbordando amor neste singelo gesto de oferta. E, em roda de conversa, refletiram sobre um tema: “Como é envelhecer?”. Em cuidadosa reflexão concluíram que é preciso muito respeito, paciência e zelo para com os idosos.

 

Com os vasos semeados, era o momento de ir à Casa do Vovô. Recebidos com muita atenção e afeto, foram guiados pelos corredores e, a cada passo, os senhores e senhoras presentes sorriam, abraçavam e compartilhavam daquele momento tão bonito: um encontro de diferentes gerações, de muita alegria e novidades!

Mas, uma surpresa ainda estava por vir: o convite para assistir à apresentação de ballet, que estava sendo preparada por outro grupo de visitantes. Ao final do espetáculo, muita gratidão e felicidade pela oportunidade de novos aprendizados e experiências que permanecerão guardadas em suas memórias.

 

Vivências e admiração

De volta ao Corassol, os nossos pequenos receberam uma proposta diferente, que permitiu vivenciar sensações pelas quais os idosos passam diariamente. Envolvendo o corpo com algumas faixas, eles tiveram limitação de alguns movimentos, possibilitando sentir a dificuldade da visão e locomoção em atividades cotidianas, como atravessar a rua, por exemplo.

Após a experiência, as crianças contaram que conseguiram entender um pouco mais sobre os obstáculos do envelhecer e uma amiguinha destacou “a admiração pela criatividade dos mais velhos, porque, mesmo diante das dificuldades, seguem suas vidas bem e felizes”.

 

O aprendizado sobre como é envelhecer continuou e o cuidado com os vasinhos também. Entre os dias 3 a 5 de setembro, regaram, com água e muito ternura, as hortas plantadas, esperando a hora de entregá-las. E depois, estimulados a imaginar, esboçaram desenhos sombreados, expressando como eles seriam quando se tornassem idosos: cenas alegres, ao lado do cachorro, relaxando na piscina, com a família.

E por falar em cena, a semana terminou com a criação e apresentação da peça teatral: “Brilho do envelhecer”. E através de personagens interpretaram os momentos mais lindos, como a sabedoria que a experiência de vida pode oferecer. Todos os momentos vividos trouxeram um olhar de empatia e respeito pelos idosos. A atividade foi acompanhada pela orientadora Névia Roberta.

 

fortalecimento de vínculos

Minha Comunidade

Quando a imaginação ganha vida através da arte

Ter a oportunidade de estar inserido no coletivo, conhecer ainda mais sobre o local onde se vive e prosseguir com o reconhecimento do território, foi o que as crianças e adolescentes do Corassol fizeram nos dias 21 a 24 de agosto. E, em uma extensão da atividade, as crianças teriam um desafio divertido pela frente: mostrar artisticamente o conhecimento e a observação do espaço, com uma pergunta como inspiração: “O que é comunidade?”. E mãos à obra!

Utilizando recicláveis, as crianças construíram mini cidades. Com muita atenção e cuidado, produziram cada detalhe. Através de recortes e muita criatividade, surgiram árvores, pessoas, pistas, praças, bancos. Pintaram sol, lua, e era como se o tempo fizesse parte daquela pequena criação. Para fortalecer o senso de pertencimento e participação, faltava um detalhe: Eles! Era um dos momentos mais desafiadores da atividade e pararam para pensar: “Quem sou eu na comunidade?”. Com muita paciência, eles usaram argila, para fazer um bonequinho que os retratava. Depois dos retoques finais nesse “processo arquitetônico”, as cidades estavam prontas para serem expostas para os pais. Um trabalho feito com muito zelo.

 

Todos terminaram a semana sentindo-se pertencentes ao território, como protagonistas, representados no seu próprio espaço, e ainda com mais vontade e planos de visitarem lugares interessantes da nossa comunidade. A atividade foi acompanhada pela orientadora Névia Roberta e pelo colaborador Luciano Quaglio.

pequenos quadrinistas

Pequenos Quadrinistas

Originalidade e inventividade ajudam na hora de aprender

Adquirir conhecimento de uma forma criativa é sempre mais divertido.
Somos responsáveis pelo coletivo em que vivemos e como nos relacionamos, conscientes de que nossas ações contribuem para uma sociedade pautada no respeito.

Nos dias 21 a 24 de agosto, as crianças descobriram um pouco mais sobre a sinalização de trânsito.
Em roda de conversa, discutiram sobre a importância de obedecer às regras, para segurança de todos, e a orientadora ficou surpresa ao perceber o quanto eles conhecem sobre o assunto.

Com todas as informações, foi o momento de colocarem no papel a reflexão. Fizeram um semáforo, coloriram com as cores adequadas, visualizaram as saídas, e não deixaram de estudar as placas e pintar o símbolo correspondente do “pare”.

 

E após, confeccionaram uma carteirinha e escreveram, com muito orgulho: “eu sou um pedestre consciente”.

Mas o aprendizado sempre continua no Corassol! Na semana seguinte, nos dias 28 a 31, os pequenos iriam tentar algo novo. A inspiração seria uma história com um super-herói que ensina para as crianças como se comportar no trânsito: “Clubinho Honda, trânsito amigo, em duas ruas e quatro aventuras.” E a cada capítulo lido, novas descobertas e informações eram reforçadas, desde um sinal verde para o pedestre atravessar a rua e sinal vermelho para parar. Mas, vamos ao desafio da vez: produzir o próprio gibi sobre o tema abordado. A criação foi realizada a partir de referências próprias. Alguns pensaram nas cores da “Turma da Mônica” e outros pensaram nas retas do jogo Minecraft.

 

A participação e empolgação eram nítidas

Uma amiguinha levou o seu cachorrinho de pelúcia para ajudá-la na conclusão de sua obra, “você quer me ajudar?”, ela perguntava para ele.

E são detalhes assim, que fazem a diferença, levando-nos a perceber quão rica é a imaginação de uma criança.

E surgiram excelentes histórias em quadrinhos, fixando o conhecimento, com a certeza de que o aperfeiçoamento pode ser adquirido a cada nova experiência.

 

Após a conclusão do trabalho era hora da “sessão cinema”, e assistiram ao filme que dava vida aos personagens da história que escutaram, sobre o super-herói.

 

Inspiração dos clássicos

Ainda no embalo da construção dos gibis, nos dias 3 a 5 de setembro, os pequenos se aprofundaram na construção das histórias e, mais uma vez, se basearam na “Turma da Mônica”, para descobrir os tipos de balões de diálogos, como: o “balão do sussurro”, da “fala gritada”, do “medo”, e assim escreveram frases curtas, dando ainda mais, vida aos seus próprios quadrinhos. Durante o processo, foi possível exercitar a leitura e a escrita.

 

Mas, calma, que ainda não acabou e tudo ficou ainda mais divertido. Ao final de cada dia, eles assistiam a vídeos curtos da querida “Turma da Mônica”, que exemplificaram o que havia sido pesquisado e observado. E todos voltaram para casa, felizes, atentos e mais conscientes sobre o seu papel na sociedade. A atividade foi acompanhada pela orientadora Aline Reis.

Recepção e integração – Acolhimento Parte 4

Novos aprendizados oferecem novas possibilidades e amizades

O acolhimento prosseguiu com novas experiências. O dia 24 de agosto foi de profunda reflexão e emoção. Iniciaram a fase de integração com os futuros companheiros, conhecendo os novos ambientes e participando, pela primeira vez, da atividade coletiva de aquecimento matinal. Na sequência, conversaram sobre as atividades do dia anterior. Receberam com muita emoção a produção artística que fizeram sobre elogiar e ser elogiado, e compartilharam o que estavam sentindo naquele momento. Para continuar a reflexão, assistiram ao vídeo das atividades. Inicialmente, a surpresa por se verem no telão; depois, a alegria pelos elogios; e, por fim, sentimentos bem diferentes e desconfortantes, diante da visão da guerra com as bolas de jornal.

 

Assim finalizava um ciclo de vivências, para sintetizarem a importância de se cumprir os combinados, conhecer-se e contribuir para a paz.

E o tempo passou rápido! Nos dias 27 e 28 dedicaram-se a reforçar o aprendizado do período. Pararam para lembrar sobre os finais de semana: família, amigos, comunidade, lazer, pesquisando e melhorando a compreensão sobre “sentimentos”, “valores” e “combinados” (regras de convivência), e assim estabelecer mais contatos com os grupos, aos quais, estarão integrados. Concluíram que “valor” remete a carinho, respeito ao próximo, qualidade de vida, família. Para fixar o aprendizado escolheram palavras com as quais pudessem expressar sentimentos e “valores”, através de imagens. E surgiram: sol, que representa luz, calor, claridade de sentimentos; planeta, para lembrar como precisamos preservá-lo e até mesmo uma garrafa, que nos faz refletir como é possível reutilizar e dar valor ao que temos.

No dia seguinte, dia 29, véspera da última etapa, distante do início das atividades de acolhimento e tão próximo do seu final, foi dedicado à confecção de outros crachás. Crachás novos, que expressassem a mudança que houve em mim: “Eu, dia 15, quando cheguei, e Eu hoje”.

Dia 30, o grande dia, finalmente, todos juntos! Oportunidade ímpar para “expressar minha expectativa, com minhas mãos”, usando massas de modelar. Os pequenos foram encaminhados aos respectivos grupos, encontrando nesses a mesma atividade de modelagem. Foi só juntar alegria, cortesia e habilidades.

Pronto, mais um sonho realizado, e, no dia 31, o Corassol finalizou o acolhimento de mais um grupo de crianças. Realizada a atividade de aquecimento, o grupo reuniu-se pela última vez, para conversar sobre as emoções do dia anterior e de como foi o primeiro contato com os novos amiguinhos.

Durante os 15 dias do acolhimento, as boas-vindas foram acompanhadas por Aline Oliveira Ximenes Reis, Bruna Domingos, Cláudia Helena de Souza, Marielen Nascimento, Matheus Savazzi e Névia Roberta.

E assim termina mais uma história de acolhimento de flores para nosso jardim.
Em breve teremos novas flores. Apenas o jardim será o mesmo, porque as flores, com certeza, apresentarão outras cores e perfumes diferentes.

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Criatividade e reflexão – Acolhimento Parte 3

Quando a arte se torna complemento do que aprendemos

O acolhimento de novos amiguinhos continuou. O dia 21 de agosto foi uma oportunidade de ter a experiência do valor de um gesto de carinho. Na “Roda do Abraço”, puderam praticar aspectos como: lidar com limites, cuidados com o outro e consigo mesmo. Em seguida, refletiram para responder à pergunta: “Tudo que penso eu falo?”. Respostas como: “não, porque vamos magoar, ou porque não se deve”, levaram à conclusão de que precisamos filtrar o que pensamos, antes de dizer.

A partir disso desenharam uma cabeça e em papéis escreveram o que pensam e em seguida desenharam uma boca e nela colocaram o que falam. Ao final entenderam que, mesmo na dificuldade de trabalhar em grupo, é sempre possível aprender com o outro.

 
No dia seguinte, 22 de agosto, iniciaram as atividades do dia em roda de conversa, com objetivo de reforçar a importância do respeito e do cuidado com o outro. Assim, falaram sobre uma das práticas que prejudica o convívio e a vida das pessoas, o bullying.

Cooperação era o assunto da próxima experiência: bexigas cheias representavam cada um deles e, ao impulsioná-las para o alto, nenhuma poderia chegar ao chão. Finalizada a atividade, perceberam que, em um grupo, todos são importantes.

 
Faltava identificar e expressar os sentimentos experimentados durante a atividade, o que artisticamente fizeram com papel, tinta e dedos. Foi mais um dia colorido, com gosto de quero mais.

 
E no dia 23 de agosto, os assuntos foram mais do que especiais. A conversa animada foi sobre seus vínculos familiares, no Corassol. Alguns optaram por escrever os nomes e respectiva relação de parentesco. Momento oportuno para falar sobre o assunto: “valor do elogio”, pois, quem não gosta de receber palavras de carinho? Os pequenos tiveram a oportunidade de escrever elogios para os amigos e lerem juntos para o grupo. Uma atitude de reconhecimento e afetividade. E para finalizar o dia formaram duas equipes, confeccionaram bolas de papel e praticaram foco, agilidade e cumprimento de regras.